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    <title>Direitos Humanos UFG</title>
    <description>Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Extensão em Direitos Humanos da Universidade Federal de Goiás.</description>
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      <title>UFG promove festival de minicurtas sobre feminicídio e minorias com premiação de até R$ 1 mil</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="banner_noticia_festival_entre_leis_e_silencios
#ParaTodosVerem: Arte gráfica em estilo colagem com fundo em tons de roxo, preto e branco. No centro, em destaque, o título “Entre Leis e Silêncios”. À esquerda, aparece o texto “Inscrições até 05/06”. A composição inclui elementos visuais como recortes de jornal, um megafone no canto inferior esquerdo e uma boca aberta no canto superior direito, simbolizando denúncia e expressão. Na parte inferior, estão os logotipos da Faculdade de Direito (FD), do NDH e da UFG." title="banner_noticia_festival_entre_leis_e_silencios
#ParaTodosVerem: Arte gráfica em estilo colagem com fundo em tons de roxo, preto e branco. No centro, em destaque, o título “Entre Leis e Silêncios”. À esquerda, aparece o texto “Inscrições até 05/06”. A composição inclui elementos visuais como recortes de jornal, um megafone no canto inferior esquerdo e uma boca aberta no canto superior direito, simbolizando denúncia e expressão. Na parte inferior, estão os logotipos da Faculdade de Direito (FD), do NDH e da UFG." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/2.png?1776108495" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Com lema: “Entre Leis e Silêncios“, iniciativa da Faculdade de Direito e do NDH incentiva produções audiovisuais estudantil de até 60 segundos&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_topo_de_p%C3%A1gina_-_Entre_Leis_e_Sil%C3%AAncios.png" alt="topo_de_página_festival_entre_leis_e_silencios#ParaTodosVerem: Banner em estilo colagem com fundo roxo ao centro e recortes em preto e branco. Em destaque, o título “Entre Leis e Silêncios”. À esquerda, há a imagem de um megafone emitindo sinais, e à direita, uma boca aberta, representando fala e denúncia. No topo, aparecem recortes de jornal. Na parte inferior, estão os logotipos da Faculdade de Direito (FD), do NDH e da UFG." /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estão abertas, de 6 de abril a 5 de junho de 2026, as inscrições para o Festival “Entre Leis e Silêncios”, que seleciona minicurtas originais de até 60 segundos sobre o tema “feminicídio e minorias”. A iniciativa é promovida por alunos e professores da disciplina “Gênero de Direito”, da Faculdade de Direito, com apoio do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Extensão (NDH) da UFG e busca estimular reflexões críticas sobre a atuação do Poder Judiciário diante das violências estruturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edital é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação de qualquer instituição de ensino superior, sem exigência de vínculo com a UFG. As produções podem ser inscritas individualmente ou em equipes de até seis integrantes, com limite de até três obras por participante ou grupo através deste link.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre as produções&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os vídeos devem ser inéditos, com duração máxima de um minuto (sem contar créditos), e enviados em formato MP4 ou MOV por meio de link com acesso aberto. São aceitos trabalhos nos formatos de ficção, documentário, animação ou experimental, desde que respeitem a temática proposta e não contenham discurso de ódio, apologia à violência ou conteúdos discriminatórios fora de contexto crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação será realizada por uma comissão composta por docentes, discentes e profissionais das áreas de Direito e Audiovisual. Entre os principais critérios analisados estão originalidade, criatividade, clareza da mensagem, pertinência temática, densidade crítica e construção narrativa. A decisão da comissão será soberana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Premiação do “Entre leis e silêncios: feminicídio e minorias”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cronograma prevê a avaliação das obras até o dia 15 de junho, com divulgação dos finalistas em 19 de junho e cerimônia de premiação marcada para 24 de junho de 2026. Os três melhores colocados receberão prêmios em dinheiro: R$ 1.000 para o primeiro lugar, R$ 700 para o segundo e R$ 300 para o terceiro, além de certificado para todos os finalistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhos que não cumprirem os requisitos técnicos, não forem originais ou utilizarem inteligência artificial na criação de imagens ou roteiro serão desclassificados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da premiação, o festival propõe o uso da linguagem audiovisual como ferramenta de denúncia, sensibilização e transformação social, ampliando o debate sobre direitos humanos e desigualdades no contexto brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações podem ser obtidas no site oficial do projeto ou pelo e-mail da organização: &lt;a href="mailto:projetoleiesilencio@gmail.com"&gt;projetoleiesilencio@gmail.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;📌 SERVIÇO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;🎬 Festival: Entre Leis e Silêncios&lt;br /&gt;🏫 Realização: Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás&lt;br /&gt;📅 Inscrições: 06 de abril a 05 de junho de 2026 pelo forms&lt;br /&gt;🗓️ Avaliação: até 15 de junho de 2026 | Divulgação dos finalistas: 19 de junho de 2026&lt;br /&gt;🏆 Premiação: 24 de junho de 2026&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Milly Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revisão: Isadora Otto e Michael Valim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artes: Bianca&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:33:00 -0300</pubDate>
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      <title>Pós em Direitos Humanos abre semestre com acordo e conferências internacionais</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="#PraTodosVerem: Banner horizontal com bordas verdes. No topo, uma faixa amarela destaca o título em letras brancas: &amp;quot;JORNADA DE ACOLHIDA 2026&amp;quot;. Ao centro, uma fotografia mostra um homem falando ao microfone ao lado de uma mulher; ambos estão sentados em uma mesa de evento. À direita da foto, há uma colagem ilustrativa de uma mão em preto e branco segurando uma lâmpada amarela acesa. Há grafismos como um balão de fala amarelo à direita e uma estrela geométrica laranja no canto inferior esquerdo. Na parte inferior e sobrepostas à direita, faixas brancas contêm os logotipos das instituições organizadoras e parceiras, incluindo USP, UFG, Atopos, Media Lab, PPGIDH, NDH, PPG ACT e Unidad Xochimilco." title="#PraTodosVerem: Banner horizontal com bordas verdes. No topo, uma faixa amarela destaca o título em letras brancas: &amp;quot;JORNADA DE ACOLHIDA 2026&amp;quot;. Ao centro, uma fotografia mostra um homem falando ao microfone ao lado de uma mulher; ambos estão sentados em uma mesa de evento. À direita da foto, há uma colagem ilustrativa de uma mão em preto e branco segurando uma lâmpada amarela acesa. Há grafismos como um balão de fala amarelo à direita e uma estrela geométrica laranja no canto inferior esquerdo. Na parte inferior e sobrepostas à direita, faixas brancas contêm os logotipos das instituições organizadoras e parceiras, incluindo USP, UFG, Atopos, Media Lab, PPGIDH, NDH, PPG ACT e Unidad Xochimilco." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/banner_noticia_jornada_conferencias.png?1775831566" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Palestras abordaram os direitos humanos na era digital e a violência contra mulheres no México&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos (PPGIDH) deu início oficialmente ao primeiro semestre letivo de 2026, nesta terça-feira (07/04), com a formalização de um acordo de cooperação internacional e a realização da aula inaugural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade integra o Observatório Latino-Americano de Cidadania Digital, iniciativa de pesquisa colaborativa que acompanha o desenvolvimento da comunicação e das práticas de cidadania digital na região.  Uma proposta que articula pesquisadoras, pesquisadores e instituições de diferentes países, com o objetivo de mapear experiências, analisar dinâmicas digitais e ações coletivas de net-ativismos e fortalecer o debate sobre a temática na América Latina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais do que apresentar uma agenda de pesquisa, o acordo nasce de uma questão central: a construção de novas formas de cidadania, que ultrapassam os limites territoriais e institucionais tradicionais e passam a incorporar dinâmicas mediadas por tecnologias digitais, redes e fluxos de informação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É nesse deslocamento, entre o que se entende por cidadania e as formas concretas de vivê-la, que se insere a aula inaugural do programa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aula inaugural&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como primeiro ato desse novo ciclo, a aula inaugural reuniu pesquisadores da Universidad Autónoma Metropolitana-Xochimilco, do México e foi mediada pelo vice-coordenador do PPGIDH, Professor Doutor Thiago Cardoso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira fala foi do professor José Alberto Sánchez Martínez apresentou a conferência “Gênese digital dos direitos humanos”, propondo uma reflexão sobre como os direitos humanos vêm sendo reconfigurados diante das dinâmicas digitais e das novas formas de interação em rede.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequência, a professora Dulce Martínez Noriega trouxe para o centro do debate a violência contra mulheres no México, ao destacar a persistência de contextos marcados por desigualdades estruturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a exposição, foi mencionado que o país registra mais de 130 mil pessoas desaparecidas — um dado que evidencia os desafios enfrentados na garantia de direitos e na condução de investigações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também foi destacada a atuação das chamadas madres buscadoras, mulheres que se organizam coletivamente para procurar familiares desaparecidos, muitas vezes assumindo, por conta própria, tarefas que deveriam ser conduzidas pelo Estado. Seus relatos evidenciam não apenas a dimensão da violência, mas também formas de resistência construídas a partir da ausência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora inserido em um contexto específico, o tema encontra paralelos no Brasil, onde familiares de pessoas desaparecidas também se organizam em redes de busca, enfrentando dificuldades institucionais e limitações nos processos investigativos. Em ambos os casos, a mobilização dessas famílias evidencia tanto as lacunas na atuação estatal quanto a centralidade da sociedade civil na luta por memória, verdade e justiça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao trazer essas experiências, a aula inaugural desloca o debate para além das formulações teóricas, evidenciando como os direitos humanos se materializam, e se tensionam,  nas práticas concretas de busca, denúncia e permanência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Ludmila Lima&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fotos: Isadora Otto e Michael Valim&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 11:35:06 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/jornada-acolhida-conferencias</link>
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    <item>
      <title>Jornada de Acolhida 2026 aborda ética na pesquisa e desafios da vida acadêmica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="#ParaTodosVerem: Banner retangular com moldura verde. No topo, sobre uma larga faixa amarela, está escrito em letras brancas: &amp;quot;JORNADA DE ACOLHIDA 2026&amp;quot;. No centro, há uma fotografia de três pessoas sentadas à mesa de um evento: à esquerda, uma mulher loira sorri; no centro, uma mulher de cabelos grisalhos fala ao microfone; e à direita, um homem de óculos observa. Sobreposta à direita da foto, há uma colagem com uma mão em preto e branco segurando a ilustração de uma lâmpada amarela acesa. No rodapé, sobre uma faixa branca, alinham-se em verde as logomarcas das instituições organizadoras e parceiras, como USP, UFG, Media Lab, entre outras." title="#ParaTodosVerem: Banner retangular com moldura verde. No topo, sobre uma larga faixa amarela, está escrito em letras brancas: &amp;quot;JORNADA DE ACOLHIDA 2026&amp;quot;. No centro, há uma fotografia de três pessoas sentadas à mesa de um evento: à esquerda, uma mulher loira sorri; no centro, uma mulher de cabelos grisalhos fala ao microfone; e à direita, um homem de óculos observa. Sobreposta à direita da foto, há uma colagem com uma mão em preto e branco segurando a ilustração de uma lâmpada amarela acesa. No rodapé, sobre uma faixa branca, alinham-se em verde as logomarcas das instituições organizadoras e parceiras, como USP, UFG, Media Lab, entre outras." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/banner_noticia_jornada_repercussa%CC%83o.png?1776100806" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento destaca que a formação em direitos humanos vai além da teoria e se constrói no diálogo acadêmico&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás realizou, no dia 7 de abril, a Jornada de Acolhida 2026, realizada pelo Núcleo de Direitos Humanos (NDH) e pelo Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos (PPGIDH), com atividades voltadas à recepção de novos discentes e à integração com a comunidade acadêmica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A programação foi iniciada pela mesa-redonda “Ética e Integridade na Pesquisa: princípios e responsabilidades na pós-graduação”, mediada pela professora doutora Helena Esser, que reuniu a professora doutora Rosana Marques, coordenadora do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), e o professor doutor Daniel de Brito, membro do Comitê de Integridade Acadêmica (CIA).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate abordou procedimentos éticos, responsabilidades na produção científica e desafios enfrentados por pesquisadores no contexto acadêmico contemporâneo. Entre os temas discutidos, estiveram o uso de inteligência artificial na pesquisa e os cuidados necessários em relação às chamadas editoras predatórias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Roda_de_Conversa_%282%29.jpg" alt="#ParaTodosVeremFotografia colorida em plano médio de três pessoas em uma mesa de debate. À esquerda, um homem de pele clara e barba rala, vestindo camisa azul-royal, fala ao microfone. Ao centro, um homem de pele clara, óculos e barba, vestindo uma camisa bege, sorri para o público. À direita, uma mulher de pele clara e longos cabelos pretos, usando óculos e blusa marrom, sorri com a mão no pescoço.Eles estão sentados atrás de uma mesa com toalha branca bordada com flores coloridas. Ao fundo, uma projeção em tons de verde e amarelo exibe o texto: &amp;quot;JORNADA DE ACOLHIDA 2026&amp;quot;, acompanhado de um QR Code e logotipos de instituições como USP e UFG. O ambiente é bem iluminado e as paredes são brancas." width="1366" height="916" /&gt;Participantes compartilham experiências e reflexões durante mesa da Jornada de Acolhida 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequência, foi realizada uma mesa dedicada ao tema “Vida acadêmica no NDH: caminhos, desafios e oportunidades”, composta por discentes e docentes, e organizada em dois momentos. O primeiro foi mediado pelo professor doutor Elson Santos, docente permanente do programa e coordenador da Comissão de Bolsas e da Comissão de Acompanhamento Discente. A conversa contou com a participação dos egressos do PPGIDH, professor doutor Marcos Reis e professora doutora Carolina Hissa, que compartilharam suas experiências no processo de doutoramento, os desafios dessa etapa e as estratégias encontradas para atravessar esse período, incluindo o contexto da pandemia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Roda_de_Conversa_Combata_o_Capacitismo_%281%29.jpg" alt="#ParaTodosVeremFotografia colorida em plano médio de dois palestrantes sentados à frente de uma projeção. À esquerda, uma mulher de pele clara, cabelos grisalhos curtos e óculos de armação escura fala ao microfone. Ela usa uma blusa preta e um colar de pedras verdes. À direita, um homem de pele parda, cabelos curtos e óculos de grau observa a colega. Ele veste uma camisa polo preta.À frente deles, a mesa está coberta por uma toalha branca com bordados florais. Ao fundo, a projeção exibe um slide sobre o combate ao capacitismo, com ilustrações de pessoas com deficiência e textos explicativos em tons de roxo e azul. O ambiente possui iluminação clara e paredes brancas." width="1366" height="996" /&gt;Roda de conversa aborda o combate ao capacitismo e promove reflexão sobre inclusão e respeito às pessoas com deficiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O segundo momento foi voltado à conscientização e ao combate ao capacitismo, com a participação da professora doutora Cerise Campos e do mestrando Renato Magno. Durante a atividade, Renato compartilhou sua experiência como, muitas vezes, a primeira pessoa com deficiência a ocupar determinados espaços, incluindo o próprio NDH. Seu relato abordou os desafios de inserção, permanência e reconhecimento nesses ambientes. A vivência como músico com deficiência e a forma como se posiciona no mundo constituem referências centrais de sua pesquisa, que aborda a temática a partir da autoetnografia como metodologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao articular debates sobre ética na pesquisa, trajetórias acadêmicas e enfrentamento ao capacitismo, a Jornada de Acolhida evidencia que a formação em direitos humanos não se restringe ao domínio teórico, mas envolve a experiência concreta dos sujeitos que atravessam — e tensionam — esses espaços. Nesse sentido, o encontro não apenas marca o início de um novo semestre, mas reafirma o compromisso do programa com uma produção de conhecimento situada, crítica e atenta às desigualdades que estruturam o acesso e a permanência na universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Ludmila Lima&lt;br /&gt;Fotos: Isadora Otto e Michael Valim&lt;/p&gt;
&lt;table style="height: 301px; width: 1333px; border-style: hidden;" border="1" width="1333"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr style="height: 376px;"&gt;
&lt;td style="border-style: hidden; height: 301px; width: 450px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/IMG_20260407_144825.jpg" alt="#ParaTodosVeremFotografia colorida em plano médio, tirada de costas para a palestrante em direção à plateia. No primeiro plano, à esquerda, vemos parte do corpo de uma mulher de cabelos loiros cacheados, vestindo uma blusa branca com bolinhas pretas e calça vermelha, de frente para o público.A plateia é composta por cerca de vinte pessoas sentadas em poltronas azuis, organizadas em fileiras. Na primeira fila, em destaque, uma mulher de cabelos grisalhos e colar verde observa algo em suas mãos, e ao lado dela, à direita, um homem de pele parda e óculos, sentado em uma cadeira de rodas, olha atentamente para a palestrante. O ambiente é um auditório com iluminação embutida no teto, paredes claras e aparelhos de ar-condicionado ao fundo." width="450" height="343" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-style: hidden; height: 301px; width: 450px;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/IMG_20260407_144942.jpg" alt="#ParaTodosVeremFotografia colorida em plano médio e ângulo lateral da plateia em um auditório. Diversas pessoas de perfis variados estão sentadas em poltronas estofadas na cor azul, dispostas em fileiras que preenchem o ambiente.Em primeiro plano, à direita, um homem de camiseta preta com estampas de linhas brancas e, ao lado dele, uma mulher com blusa listrada em preto e branco. Os demais participantes, ao fundo, aparecem sentados e voltados para a esquerda, sugerindo que acompanham uma apresentação. O auditório tem paredes claras, piso de granilite cinza e teto com luminárias quadradas embutidas." width="450" height="343" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="height: 301px; width: 450px; border-style: hidden;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/IMG_20260407_144906.jpg" alt="#ParaTodosVeremFotografia colorida em plano médio e ângulo lateral da plateia em um auditório. Homens e mulheres de diferentes idades e etnias estão sentados em poltronas azuis, dispostas em fileiras.Em primeiro plano, à esquerda, um homem de boné e camiseta preta e, ao lado dele, uma mulher de camisa lilás. À direita, uma mulher de blusa listrada segura um celular. Ao fundo, as demais pessoas observam atentamente a palestra. O ambiente possui paredes claras, janelas com persianas beges fechadas ao fundo e iluminação embutida no teto. Uma mochila preta está apoiada em uma das poltronas vazias à esquerda." width="450" height="343" /&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:02:52 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/jornada-acolhida-repercussao</link>
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      <title>Parceria do MJSP com a UFG capacita agentes da segurança pública em Direitos Humanos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Logotipo sobre fundo branco. Ao centro, a silhueta do mapa do Brasil na cor verde, contendo um pequeno agrupamento de seis hexágonos brancos sobrepostos na região sudeste. Contornando a parte superior e as laterais do mapa, há um arco formado por doze pictogramas simplificados de pessoas (cabeça e ombros) em diversas cores (tons de azul, verde, amarelo, vermelho, laranja, preto e marrom), dispostos lado a lado. Abaixo da ilustração, centralizado, consta o texto em letras maiúsculas pretas: MESTRADO EM DIREITOS HUMANOS (em negrito e fonte maior), seguido por COM ÊNFASE EM SEGURANÇA PÚBLICA (em fonte menor e mais fina)." title="Logotipo sobre fundo branco. Ao centro, a silhueta do mapa do Brasil na cor verde, contendo um pequeno agrupamento de seis hexágonos brancos sobrepostos na região sudeste. Contornando a parte superior e as laterais do mapa, há um arco formado por doze pictogramas simplificados de pessoas (cabeça e ombros) em diversas cores (tons de azul, verde, amarelo, vermelho, laranja, preto e marrom), dispostos lado a lado. Abaixo da ilustração, centralizado, consta o texto em letras maiúsculas pretas: MESTRADO EM DIREITOS HUMANOS (em negrito e fonte maior), seguido por COM ÊNFASE EM SEGURANÇA PÚBLICA (em fonte menor e mais fina)." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/banner_noticia_turma_especial_mestrado_mjsp.png?1775757258" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Com 61 profissionais de todo o país, Turma Especial de Mestrado gera impactos práticos para além da academia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG) tem promovido a qualificação de profissionais da segurança pública em todo o país, com foco na formação em direitos humanos e na atuação cidadã.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa reúne 61 agentes de diferentes estados brasileiros em uma turma especial do mestrado interdisciplinar em direitos humanos. A formação é resultado de uma chamada pública do MJSP, que lançou edital para que universidades do Brasil se candidatassem para ofertar o curso nessa área de direitos humanos, na qual a UFG foi escolhida após se destacar com uma proposta academicamente consistente e de alta qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Executado pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH) do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Extensão em Direitos Humanos (NDH), o curso teve início em agosto de 2024 e busca formar profissionais comprometidos com a cidadania, a defesa de direitos humanos e o fortalecimento institucional da segurança pública. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A turma é composta por integrantes de diversas instituições de segurança pública, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Peritos e Guardas Municipais. O grupo também reúne profissionais de diferentes níveis hierárquicos, desde cargos iniciais até posições de liderança como delegados e coronéis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os participantes são oriundos de todas as regiões do país, do Rio Grande do Sul ao Roraima, além do distrito federal e ao longo da formação foram realizados quatro encontros presenciais com passagens e diárias custeadas pelo MJSP. O curso também contou com a participação de professores de diversos estados, ampliando o intercâmbio de experiências e conhecimento na área da segurança pública.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualmente todos os estudantes já concluíram créditos obrigatórios e estão na fase da qualificação e finalização das atividades complementares. Mais de 50 alunos já passaram por bancas de qualificação e a expectativa é que essa etapa seja concluída até o mês de abril. Já as defesas de dissertação estão previstas para ocorrerem entre julho e agosto de 2026, marcando a etapa final da formação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a professora Helena Esser, uma das coordenadoras do curso, a segurança pública no Brasil ainda enfrenta desafios relacionados à violência e à violação dos direitos humanos, com a participação inclusive do Estado brasileiro e suas instituições nessas violações. Para a coordenadora, a formação em Direitos Humanos é fundamental para promover mudanças estruturais na atuação dos agentes. “É preciso transformar essa realidade por meio da qualificação. A proposta do curso é justamente contribuir para uma atuação mais consciente, ética e alinhada aos princípios dos direitos humanos”, destaca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo André Neto, participante da turma especial, chegar a essa etapa acadêmica na UFG representa a realização de um objetivo pessoal. Ele destaca que, mesmo com alunos de diferentes regiões do Brasil, a turma construiu um ambiente harmônico e fraterno. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para ele, a produção de pesquisas e a interação com docentes tornaram a experiência enriquecedora e única. André também ressalta que a formação contribui para refletir sobre a prática na segurança pública, especialmente no que diz respeito à dignidade humana.  “O mais importante é perceber que nós, profissionais da segurança pública, também somos humanos e sujeitos de direitos”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além da capacitação técnica, o programa tem forte ênfase na pesquisa científica, com foco na segurança pública como direito humano. Professores e alunos participam ativamente da produção de conhecimento na área. Somente neste primeiro semestre de 2026 devem ser publicados 11 artigos em revistas de Direitos Humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a professora Helena, o curso vem apresentando impactos concretos na vida profissional e institucional dos cursistas. Robson Correia, participante do curso e Coronel da Polícia Militar na Bahia, propôs à Assembleia Legislativa do Estado da Bahia a criação de uma licenciatura em Direitos Humanos, iniciativa que foi aprovada e deve contribuir para a formação de professores no estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro exemplo destacado por Helena vem de Sergipe, onde Leila Santos, aluna da Turma Especial e Oficial Investigadora da Polícia Civil de Sergipe, juntamente com as parceiras e também Oficiais Investigadoras Paula Faria e Lilian da Silva, propôs a produção de um podcast quinzenal: o Frequência QAP. A produção propõe um olhar humanizado sobre os policiais civis, abordando temas como saúde mental, estresse e qualidade de vida na corporação e o primeiro episódio já está disponível e pode ser ouvido no Spotify. Saiba mais:&lt;a href="/n/podcast-frequencia-qap"&gt; https://direitoshumanos.ufg.br/n/podcast-frequencia-qap.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Helena ressalta ainda que, tradicionalmente, a formação em Direitos Humanos nas instituições policiais é muitas vezes limitada ao estudo da legislação. No caso do Curso, os discentes são provocados a ampliar a compreensão sobre a segurança pública para além da legislação, incorporando uma visão mais crítica e humanizada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Libânia Vieira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Supervisão: Michael Valim e Isadora Otto&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 14:56:17 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/turma-especial-mestrado-mjsp</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Resultado final do processo seletivo é divulgado</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner com imagem em formato horizontal, com fundo azul. Trata-se do anúncio de um curso de Especialização em Direitos Humanos e Diversidades. Centralizado, sobre fundo azul, está o texto em letras brancas: Especialização: Educação em Direitos Humanos e Diversidades. Ao lado, há um símbolo geométrico branco semelhante a uma flor. No lado direito da imagem, há a fotografia de uma mulher negra, adulta, com cabelo crespo enrolado em um coque, sorrindo e apontando para uma estudante. A mulher está enquadrada da cintura para cima e veste blusa clara e blazer marrom. Na sua frente, aparece as costas desfocadas de uma estudante negra, com cabelos negros e trançados, blusa verde e colete cinza, levantando a mão. Na parte inferior, sobre fundo branco, estão os logotipos das instituições de apoio: CIAR, NDH, UFG, Ministério da Educação e Governo do Brasil." title="Banner com imagem em formato horizontal, com fundo azul. Trata-se do anúncio de um curso de Especialização em Direitos Humanos e Diversidades. Centralizado, sobre fundo azul, está o texto em letras brancas: Especialização: Educação em Direitos Humanos e Diversidades. Ao lado, há um símbolo geométrico branco semelhante a uma flor. No lado direito da imagem, há a fotografia de uma mulher negra, adulta, com cabelo crespo enrolado em um coque, sorrindo e apontando para uma estudante. A mulher está enquadrada da cintura para cima e veste blusa clara e blazer marrom. Na sua frente, aparece as costas desfocadas de uma estudante negra, com cabelos negros e trançados, blusa verde e colete cinza, levantando a mão. Na parte inferior, sobre fundo branco, estão os logotipos das instituições de apoio: CIAR, NDH, UFG, Ministério da Educação e Governo do Brasil." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Noti%CC%81cia_RESULTADO.png?1774552223" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Candidatas(os) com inscrições homologadas têm até o dia 3 de abril para realizar a matrícula&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="border-style: hidden;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Topo_de_pa%CC%81gina_2.png" alt="Banner com imagem em formato horizontal, com fundo azul. Trata-se do anúncio de um curso de Especialização em Direitos Humanos e Diversidades. Centralizado, sobre fundo azul, está o texto em letras brancas: Especialização: Educação em Direitos Humanos e Diversidades. Ao lado, há um símbolo geométrico branco semelhante a uma flor. No lado direito da imagem, há a fotografia de uma mulher negra, adulta, com cabelo crespo enrolado em um coque, sorrindo e apontando para uma estudante. A mulher está enquadrada da cintura para cima e veste blusa clara e blazer marrom. Na sua frente, aparece as costas desfocadas de uma estudante negra, com cabelos negros e trançados, blusa verde e colete cinza, levantando a mão. Na parte inferior, sobre fundo branco, estão os logotipos das instituições de apoio: CIAR, NDH, UFG, Ministério da Educação e Governo do Brasil." width="1140" height="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A coordenação do Curso de Especialização em Direitos Humanos e Diversidades (EDHD) divulgou o resultado final do seu processo seletivo. As candidatas e os candidatos aprovados já estão convocados para efetuar a matrícula, etapa obrigatória para garantir a vaga no curso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste certame, a Comissão de Seleção recebeu um total de 1.750 inscrições. Após a triagem, decidiu-se por homologar todas as candidaturas que atenderam às exigências mínimas do Edital NDH 01/2026, dispensando a etapa de análise de pontuação curricular. Ao todo, 846 inscrições foram homologadas e estão aptas para a matrícula. Outras 904 foram indeferidas por não cumprirem os requisitos do edital. Acesse a lista das&lt;strong&gt; &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/EDHD_Inscric%CC%A7o%CC%83es_Homologados.pdf"&gt;inscrições homologadas aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e a lista de &lt;strong&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/EDHD_Inscric%CC%A7o%CC%83es_Na%CC%83o_Homologados.pdf"&gt;inscrições não homologadas aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Orientações para a Matrícula&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pessoas com inscrições homologadas devem formalizar o vínculo institucional até o dia 3 de abril. O processo é totalmente digital e exige o preenchimento de um formulário eletrônico, &lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/eqrqykwzqSXpbmxN7"&gt;disponível aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, além do envio da documentação comprobatória.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os documentos obrigatórios que devem ser anexados ao formulário são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Documento de Identidade (RG) e CPF;&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Comprovante de endereço atualizado;&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Certificado de Reservista (obrigatório para candidatos do sexo masculino);&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Título de Eleitor;&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;Diploma de Graduação (frente e verso).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Atenção às regras de envio: Cada documento deve ser digitalizado e anexado em formato PDF, em arquivo único, com tamanho máximo de 1MB por arquivo. O preenchimento incompleto do formulário ou a falta de qualquer anexo resultará na desclassificação automática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre a Especialização&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O curso de pós-graduação Lato Sensu em Direitos Humanos e Diversidades é fruto de uma parceria institucional entre a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC) e o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Extensão em Direitos Humanos (NDH/UFG), com o apoio técnico do Centro Integrado de Aprendizagem em Rede (CIAR/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa visa qualificar professores e profissionais das redes públicas de ensino de todo o país. O objetivo central é instrumentalizar educadores para os desafios contemporâneos do ambiente escolar, promovendo uma cultura ativa de respeito, cidadania e inclusão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A formação tem carga horária de 515 horas, com início previsto para abril de 2026 e conclusão em julho de 2027. Os concluintes receberão o título de Especialista em Direitos Humanos e Diversidades certificado pela Universidade Federal de Goiás (UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Michael Valim&lt;br /&gt;Arte: Ana Beatriz Cardoso &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:58:15 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/resultado-final-especializacao-educacao-direitos-humanos-diversidades</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Coletivo da UFG e Defensoria juntos no enfrentamento da intolerância religiosa</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner_Notícia_CPDR - #ParaTodosVerem: Fotografia colorida de um grupo de oito pessoas em pé, sorrindo, em pose formal dentro de um escritório bem iluminado. Ao fundo, há duas prateleiras pretas fixadas na parede com diversos prêmios e troféus. À direita, um banner corporativo de roll-up verde e branco exibe o logotipo &amp;quot;DPE-GO&amp;quot; e o texto &amp;quot;Defensoria Pública do Estado de Goiás&amp;quot;. As pessoas, que incluem homens e mulheres, vestem trajes variados, do casual ao profissional.
" title="Banner_Notícia_CPDR - #ParaTodosVerem: Fotografia colorida de um grupo de oito pessoas em pé, sorrindo, em pose formal dentro de um escritório bem iluminado. Ao fundo, há duas prateleiras pretas fixadas na parede com diversos prêmios e troféus. À direita, um banner corporativo de roll-up verde e branco exibe o logotipo &amp;quot;DPE-GO&amp;quot; e o texto &amp;quot;Defensoria Pública do Estado de Goiás&amp;quot;. As pessoas, que incluem homens e mulheres, vestem trajes variados, do casual ao profissional.
" src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Noti%CC%81cia_CPDR.png?1774371767" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Parceria busca estabelecer apoio jurídico da Defensoria Pública de Goiás às comunidades que são alvo de racismo religioso&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Topo_Noti%CC%81cia_CPDR.png" alt="Banner_Topo_Notícia_CPDR - #ParaTodosVerem: Fotografia colorida de um grupo de oito pessoas em pé, sorrindo, em pose formal dentro de um escritório bem iluminado. Ao fundo, há duas prateleiras pretas fixadas na parede com diversos prêmios e troféus. À direita, um banner corporativo de roll-up verde e branco exibe o logotipo &amp;quot;DPE-GO&amp;quot; e o texto &amp;quot;Defensoria Pública do Estado de Goiás&amp;quot;. As pessoas, que incluem homens e mulheres, vestem trajes variados, do casual ao profissional." width="1004" height="383" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Coletivo de Pesquisa e Extensão em Diversidades Religiosas e Direitos Humanos da Universidade Federal de Goiás (CPDR/NDH/UFG) participou, no dia 5 de março, de uma reunião na sede da Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE GO), em Goiânia, para discutir estratégias de atuação conjunta no enfrentamento à intolerância religiosa e ao racismo. O encontro reuniu integrantes do grupo de pesquisa em Diálogo Inter-religioso, Enfrentamento às Intolerâncias e Luta Antirracista do Núcleo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A agenda teve como foco o fortalecimento da articulação entre a universidade e a sociedade civil e Defensoria Pública, com a presença do defensor público Breno de Araújo Assis e de sua assessora Igue Lua Teresinha Tavares. A iniciativa reforça o papel das instituições na promoção de espaços de diálogo e na construção de respostas institucionais frente a violações de direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Articulação entre universidade e comunidades de fé&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a reunião, participaram membros do grupo de pesquisa e lideranças religiosas que atuam diretamente no enfrentamento às intolerâncias. Estiveram presentes a sacerdotisa Rowena La Fey, o Monge Ando, Pai Pablo de Morais e o reverendo Izaías Torquato, além da equipe de pesquisa formada por Jacinta Chaves e Carlos Eduardo Colins, reforçando a diversidade de representações envolvidas no diálogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A presença dessas lideranças evidencia a atuação do grupo do CPDR/NDH/UFG na interlocução com diferentes expressões religiosas, promovendo escuta qualificada e construção coletiva de estratégias de proteção e garantia de direitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Enfrentamento ao racismo religioso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as propostas apresentadas pela Defensoria Pública está a oferta de apoio jurídico às comunidades religiosas vítimas de racismo religioso, uma demanda recorrente em Goiás. Casos de intolerância contra terreiros seguem sendo registrados no estado, como o episódio recente envolvendo o Terreiro Luz de Nzambi, liderado por Pai Pablo de Morais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o CPDR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Coletivo de Pesquisa e Extensão em Diversidades Religiosas e Direitos Humanos (CPDR/NDH/UFG) reúne lideranças religiosas, pesquisadoras e agentes sociais comprometidas com o diálogo inter-religioso, a promoção dos Direitos Humanos e o enfrentamento às intolerâncias religiosas. Em fase de estruturação desde agosto de 2025, o grupo atua em dois eixos principais: pesquisa, com foco nas dinâmicas de convivência religiosa em Goiânia e em Goiás, e extensão, voltado à criação de espaços de formação e participação social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paralelamente, o coletivo organiza o Encontro Estadual de Lideranças Inter-religiosas, que deve reunir diferentes tradições de fé. Como destaca o reverendo Izaías Torquato, “o desejo é de vivenciar momentos e espaços de formação, troca de saberes transmitidos oralmente, tendo como horizonte a promoção de espaços de diálogos, a sistematização de experiências e a construção de encaminhamentos coletivos voltados à justiça social e à convivência respeitosa.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diálogo institucional e construção coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro reforça a importância do diálogo interinstitucional como caminho para o enfrentamento das intolerâncias religiosas e do racismo. A articulação entre o grupo de pesquisa CPDR/NDH/UFG, a Defensoria Pública e as comunidades de fé amplia a capacidade de resposta frente às violações e fortalece a construção de políticas e ações baseadas no respeito à diversidade religiosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa também evidencia o papel estratégico do Núcleo como agente de conexão entre a universidade, o poder público e sociedade civil, consolidando sua atuação na promoção dos direitos humanos em Goiás. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Texto: Milly Carvalho&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Supervisão: Michael Valim&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 14:06:52 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/defensoria-publica-grupo-pesquisa-diversidade-religiosa</link>
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    </item>
    <item>
      <title>UFG promove Jornada de Acolhida 2026 para receber pós-graduandos</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="#ParaTodosVerem: Cartaz com fundo verde e detalhes em amarelo e laranja. No topo, o título “Jornada de Acolhida 2026” em destaque. Abaixo, convite para conhecer o que a UFG oferece à pesquisa. Informações do evento: 7 de abril de 2026, das 14h às 21h, no Auditório da Faculdade de Artes Visuais da UFG. A arte inclui ilustrações de mãos segurando uma lupa e uma lâmpada, além de logotipos de instituições parceiras e da UFG." title="#ParaTodosVerem: Cartaz com fundo verde e detalhes em amarelo e laranja. No topo, o título “Jornada de Acolhida 2026” em destaque. Abaixo, convite para conhecer o que a UFG oferece à pesquisa. Informações do evento: 7 de abril de 2026, das 14h às 21h, no Auditório da Faculdade de Artes Visuais da UFG. A arte inclui ilustrações de mãos segurando uma lupa e uma lâmpada, além de logotipos de instituições parceiras e da UFG." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/banner_not%C3%ADcia_%282%29.png?1775501992" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento alia acolhimento estudantil, parceria internacional e aulas inaugurais com docentes do México&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/fullbanner_%281%29.png" alt="#ParaTodosVerem: Banner com fundo verde e detalhes em amarelo e laranja. Em destaque, o título “Jornada de Acolhida 2026”. Abaixo, convite para conhecer o que a UFG oferece à pesquisa. Informações do evento: 7 de abril de 2026, das 14h às 21h, no Auditório da Faculdade de Artes Visuais da UFG. A arte traz ilustrações de mãos segurando uma lupa e uma lâmpada, além de logotipos de instituições parceiras e da UFG." width="1366" height="474" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;No próximo dia 07/03, a Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH) e do Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa, Ensino e Extensão em Direitos Humanos (NDH), promove a &lt;strong&gt;Jornada da Acolhida 2026&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O encontro tem por objetivo principal recepcionar de forma carinhosa e acolhedora estudantes de mestrado e doutorado que ingressaram recentemente na Universidade, bem como todas e todos discentes da pós-graduação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento é aberto a toda a comunidade universitária e pessoas interessadas, está programado para acontecer no Auditório da Faculdade de Artes Visuais (FAV), no Campus Samambaia, com início às 14h e encerramento às 21h, e as inscrições podem ser realizadas pelo formulário disponível &lt;a href="https://forms.gle/CWDEahv7oj7aPyy76"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidades e os caminhos da pesquisa na UFG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A programação foi pensada para aliar momentos de integração e confraternização entre docentes, discentes e pesquisadores; e orientações práticas sobre a vida acadêmica, ética e integridade na pesquisa e as oportunidades que a Universidade oferece para as(os) pós-graduandas(os). Para isso, foram convidados para conversar com o público a professora Rosana de Morais Borges Marques do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos; o professor Daniel de Brito Cândido da Silva do Comitê de Integridade Acadêmica; e o pesquisador do NDH e professor do PPGIDH Elson da Silva Santos, que conduzirá um bate-papo sobre os desafios da vida acadêmica na pós-graduação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Observatório Latino-Americano para a Cidadania Digital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Jornada contará ainda com a apresentação do Observatório Latino-Americano para a Cidadania Digital, uma iniciativa que envolve docentes e pesquisadores da  Universidad Autónoma Metropolitana do México e da Universidade Federal de Goiás, que tem por objetivo estudar os impactos do avanço tecnológico atual nos diferentes aspectos da vida em sociedade e suas implicações para a democracia e a cidadania.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participarão desse momento os professores &lt;strong&gt;Cleomar Rocha&lt;/strong&gt;, coordenador do Laboratório de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Mídias Interativas (Media Lab/UFG) e do Programa de Pós-Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias (PPGACT/UFG); &lt;strong&gt;João da Cruz&lt;/strong&gt;, coordenador do NDH/UFG; &lt;strong&gt;Daniel Cristiano&lt;/strong&gt;, Diretor da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC/UFG); &lt;strong&gt;Angelita Pereira&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Maria Izabel&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Thiago Cardoso&lt;/strong&gt;, do PPGIDH; e &lt;strong&gt;José Alberto Sánchez Martínez&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Dulce Martínez Noriega&lt;/strong&gt;, da Universidad Autónoma Metropolitana do México - Unidade de Xochimilco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aulas Inaugurais com docente de renome internacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para fechar a programação em grande estilo, o público terá a oportunidade de conferir as Aulas Inaugurais ministradas pelos dois renomados docentes convidados da Universidad Autónoma Metropolitana do México (UAM-Xochimilco).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;José Alberto Sánchez Martínez&lt;/strong&gt;, doutor em Ciência Sociais e professor titular do Departamento de Relações Sociais da Divisão de Ciências Sociais da UAM-Xochimilco, ministrará a conferência &lt;strong&gt;"Gênese digital dos direitos humanos"&lt;/strong&gt;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dulce Martínez Noriega&lt;/strong&gt;, doutora em Sociologia e professora associada do Departamento de Relações Sociais da Divisão de Ciências Sociais da UAM-Xochimilco, encerra a noite com a palestra &lt;strong&gt;"Violência e direitos humanos das mulheres no México"&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/carrossel_-_la%CC%82mina_2_Jornada_Acolhida_2026.png" alt="#ParaTodosVerem: Cartaz com fundo amarelo e detalhes de estrelas pontiagudas laranjas nos cantos. Nos cantos superior esquerdo e inferior direito há ilustrações em preto e branco de uma mão segurando uma lupa.No topo, sobre blocos retangulares verdes, está escrito em letras brancas texturizadas: &amp;quot;JORNADA DE ACOLHIDA 2026&amp;quot;. Logo abaixo, em faixas brancas com texto em laranja: &amp;quot;CONFERÊNCIA INTERNACIONAL&amp;quot; e &amp;quot;GÊNESE DIGITAL DOS DIREITOS HUMANOS&amp;quot;.Mais abaixo, à esquerda, há uma foto do rosto de José Alberto Sánchez Martínez, um homem de pele clara, cabelos escuros e óculos, emoldurada por um círculo laranja. Sob a foto, seu nome está escrito em branco. À direita, um balão de diálogo laranja contém o texto em branco: &amp;quot;Doutor em Ciência Sociais e professor titular do Departamento de Relações Sociais da Divisão de Ciências Sociais da UAM-Xochimilco&amp;quot;.No rodapé centralizado, está o logotipo verde da instituição com o texto &amp;quot;Unidad Xochimilco&amp;quot;." width="500" height="625" /&gt;   &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/carrossel_-_la%CC%82mina_3_Jornada_Acolhida_2026.png" alt="#ParaTodosVerem: Cartaz com fundo amarelo e detalhes de estrelas pontiagudas laranjas nos cantos. Nos cantos superior esquerdo e inferior direito, há ilustrações em preto e branco de uma mão segurando uma lupa.No topo, sobre blocos retangulares verdes, está escrito em letras brancas texturizadas: &amp;quot;JORNADA DE ACOLHIDA 2026&amp;quot;. Logo abaixo, em faixas brancas com texto em laranja: &amp;quot;CONFERÊNCIA INTERNACIONAL&amp;quot; e &amp;quot;VIOLÊNCIA E DIREITOS HUMANOS DAS MULHERES NO MÉXICO&amp;quot;.Mais abaixo, à esquerda, há uma foto do rosto de Dulce Martínez Noriega, uma mulher de pele morena clara, cabelos escuros e lisos e brincos de argola, emoldurada por um círculo laranja. Sob a foto, seu nome está escrito em letras brancas sobre um balão de diálogo amarelo. À direita, um balão de diálogo laranja contém o texto em branco: &amp;quot;Doutora em Ciência Sociais e professor titular do Departamento de Relações Sociais da Divisão de Ciências Sociais da UAM-Xochimilco&amp;quot;.No rodapé centralizado, está o logotipo verde da instituição com o texto &amp;quot;Unidad Xochimilco&amp;quot;." width="500" height="625" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jornada da Acolhida 2026 conta com o apoio científico da Universidad Autónoma Metropolitana do México, do Laboratório de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Mídias Interativas (Media Lab/UFG) e do Programa de Pós-Graduação em Artes, Culturas e Tecnologias (PPGACT/UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 07 de abril de 2026&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; das 14h às 21h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inscrições:&lt;/strong&gt; pelo formulário disponível&lt;a href="https://forms.gle/CWDEahv7oj7aPyy76"&gt; aqui &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local: &lt;/strong&gt;Auditório da Faculdade de Artes Visuais (FAV) da UFG&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Endereço: &lt;/strong&gt;Av. Esperança, s/n, Câmpus Samambaia, Goiânia, GO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;14h00&lt;/strong&gt; | Abertura&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;14h30&lt;/strong&gt; | Mesa-Redonda: &lt;strong&gt;Ética e Integridade na Pesquisa: princípios e responsabilidades na pós-graduação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;15h30&lt;/strong&gt; | Roda de Conversa: &lt;strong&gt;Vida acadêmica no NDH: caminhos, desafios e oportunidades&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;17h30&lt;/strong&gt; | Interação e Apresentação musical &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;18h30&lt;/strong&gt; | Apresentação Especial: &lt;strong&gt;Observatório Latino-Americano para a Cidadania Digital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;19h00&lt;/strong&gt; | &lt;strong&gt;Aulas Inaugurais Internacionais &lt;/strong&gt;(Convidados da UAM-X, México):&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;              &lt;strong&gt;Gênese digital dos direitos humanos&lt;/strong&gt; – Prof. Dr. José Alberto Sánchez Martínez&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;             &lt;strong&gt; Violência e direitos humanos das mulheres no México&lt;/strong&gt; – Profa. Dra. Dulce Martínez Noriega&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:30:37 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/jornada-acolhida</link>
      <guid>https://direitoshumanos.ufg.br/n/jornada-acolhida</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Mestranda em Direitos Humanos da UFG lança podcast para policiais civis</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Ilustração de um estúdio de podcast com quatro pessoas (um homem e três mulheres) sentadas à mesa com microfones. Ao fundo, um telão exibe o texto: &amp;quot;SAÚDE INTEGRAL, HUMANIZAÇÃO E CONEXÃO SOCIAL: O POLICIAL CIVIL ALÉM DA FARDA&amp;quot;. Na base da mesa, aparecem os logotipos da Polícia Civil do Estado de Sergipe e do Núcleo de Modernização e Inovação Tecnológica e do Núcleo de Atenção à Saúde Biopsicossocial." title="Ilustração de um estúdio de podcast com quatro pessoas (um homem e três mulheres) sentadas à mesa com microfones. Ao fundo, um telão exibe o texto: &amp;quot;SAÚDE INTEGRAL, HUMANIZAÇÃO E CONEXÃO SOCIAL: O POLICIAL CIVIL ALÉM DA FARDA&amp;quot;. Na base da mesa, aparecem os logotipos da Polícia Civil do Estado de Sergipe e do Núcleo de Modernização e Inovação Tecnológica e do Núcleo de Atenção à Saúde Biopsicossocial." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Noti%CC%81cia_Frequencia_QAP.png?1773339326" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Frequência QAP propõe um olhar humanizado sobre os profissionais de segurança pública de Sergipe&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Noti%CC%81cia_Frequencia_QAP.png" alt="Ilustração de um estúdio de podcast com quatro pessoas (um homem e três mulheres) sentadas à mesa com microfones. Ao fundo, um telão exibe o texto: &amp;quot;SAÚDE INTEGRAL, HUMANIZAÇÃO E CONEXÃO SOCIAL: O POLICIAL CIVIL ALÉM DA FARDA&amp;quot;. Na base da mesa, aparecem os logotipos da Polícia Civil do Estado de Sergipe e do Núcleo de Modernização e Inovação Tecnológica e do Núcleo de Atenção à Saúde Biopsicossocial." width="1200" height="720" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O letramento em saúde mental e a valorização do profissional de segurança pública são os focos do &lt;strong&gt;Podcast Frequência QAP&lt;/strong&gt;. A iniciativa, uma realização da Polícia Civil do Estado de Sergipe, é conduzida por &lt;strong&gt;Leila Lima Santos, mestranda da Turma Especial &lt;/strong&gt;do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPGIDH) da Universidade Federal de Goiás (UFG).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o episódio piloto já disponível no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://open.spotify.com/episode/1jjgbYciTRK8eq52akPzLQ?si=7f4fddbcf8a84781"&gt;Spotify&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, o projeto busca criar um espaço informativo para discutir os desafios e as realidades da atuação policial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O ser humano além do distintivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O exercício da atividade policial é frequentemente atravessado por estigmas e caricaturas sociais. Segundo Leila, a proposta do podcast é desconstruir essas visões estereotipadas, que costumam colocar o policial em posições antagônicas: ora enxergado apenas como opressor, ora como um herói inabalável, responsável por solucionar todas as crises.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;em&gt;“O objetivo do podcast é lançar um olhar para a pessoa, para sua saúde, para suas necessidades e dificuldades, para que a sociedade também a perceba como um cidadão como outro qualquer e consiga alcançar o profissional além do distintivo”&lt;/em&gt;, destaca a mestranda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formato e temas abordados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Frequência QAP&lt;/strong&gt; foi planejado em formato de temporadas temáticas, com episódios quinzenais que variam de 30 a 45 minutos. A programação promete enfrentar temas sensíveis à categoria, tais como: &lt;strong&gt;depressão, ansiedade e Síndrome de Burnout; vitimização policial; e déficit de efetivo e a pressão diária por metas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de pautar o adoecimento, o programa irá focar na prevenção e no bem-estar coletivo, trazendo entrevistas com especialistas de diversas áreas da saúde, como psicólogos, nutricionistas e educadores físicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A influência da academia na segurança cidadã&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A concepção do projeto teve forte influência da formação acadêmica recebida por Leila na &lt;strong&gt;Turma Especial de Mestrado do PPGIDH&lt;/strong&gt;. Uma parceria estratégica entre a UFG e o &lt;strong&gt;Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) do Governo Federal&lt;/strong&gt;, voltada à formação de profissionais do sistema de justiça e segurança do país e que busca fortalecer a gestão e a formulação de políticas públicas voltadas à segurança cidadã no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a idealizadora, a vivência acadêmica foi o grande catalisador para tirar a ideia do papel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 90px;"&gt;&lt;em&gt;“O mestrado abre a nossa mente para outras vertentes. Conseguimos sair da bolha e olhar de fora o que está acontecendo dentro da corporação e nas outras instituições. Identificamos dores, dificuldades, desejos e vontades semelhantes. Isso nos incentiva a querer algo diferente, uma condição de vida melhor para todos os envolvidos, mostrando os benefícios disso na vida pessoal, profissional e perante a sociedade”, afirma Leila.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho em equipe&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A produção do podcast reflete um esforço integrado dentro da Polícia Civil de Sergipe. Ao lado de Leila, que atua como Oficial Investigadora no Núcleo de Modernização e Inovação Tecnológica (NUMIT), somam forças no projeto as Oficiais Investigadoras &lt;strong&gt;Paula Wiltshire Soares Farias e Lilian Gabrielle Santos da Silva&lt;/strong&gt;, ambas lotadas no Núcleo de Atenção à Saúde Biopsicossocial (NAPSS). Paula é psicóloga e Lilian é nutricionista, ambas realizam atendimentos aos(às) policiais civis e desenvolvem ações voltadas à saúde física e mental da corporação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Serviço&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Podcast:&lt;/strong&gt; Frequência QAP&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Onde ouvir:&lt;/strong&gt; &lt;a href="https://open.spotify.com/episode/1jjgbYciTRK8eq52akPzLQ?si=7f4fddbcf8a84781"&gt;Plataforma Spotify&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Apresentação e Produção:&lt;/strong&gt; Leila Lima Santos, Paula Wiltshire Soares Farias e Lilian Gabrielle Santos da Silva.&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Realização Institucional:&lt;/strong&gt; Núcleo de Modernização e Inovação Tecnológica (NUMIT) e Núcleo de Atenção à Saúde Biopsicossocial (NAPSS) da Polícia Civil do Estado de Sergipe.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 15:16:56 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/podcast-frequencia-qap</link>
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    <item>
      <title>UFG acompanha missão do CNDH sobre avanço do neonazismo em Goiás</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner com fundo verde escuro. À direita, o texto em branco: &amp;quot;MISSÃO DO CNDH. Relatoria de Enfrentamento ao Discurso de Ódio, Extremismo e Neonazismo&amp;quot;. À esquerda, três círculos sobrepostos mostram: mãos sujas de tinta colorida; um símbolo de proibido sobre uma suástica; e o logotipo da ONU." title="Banner com fundo verde escuro. À direita, o texto em branco: &amp;quot;MISSÃO DO CNDH. Relatoria de Enfrentamento ao Discurso de Ódio, Extremismo e Neonazismo&amp;quot;. À esquerda, três círculos sobrepostos mostram: mãos sujas de tinta colorida; um símbolo de proibido sobre uma suástica; e o logotipo da ONU." src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Noti%CC%81cia_CNDH.png?1772731501" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Comitiva esteve em Goiânia para mapear casos de discurso de ódio e extremismo; dados vão compor relatório nacional.&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Topo_Noti%CC%81cia_CNDH.png" alt="#PraTodosVerem: Fotografia de quatro pessoas sentadas lado a lado atrás de uma mesa de debate em um evento. Da esquerda para a direita, há um homem grisalho falando ao microfone, seguido por duas mulheres e outro homem grisalho que leem ou fazem anotações. A mesa está coberta por um tecido com estampas geométricas coloridas e exibe três faixas institucionais penduradas na frente: ATRACAR (à esquerda), CNDH (ao centro, em verde) e MNDH (à direita). Ao fundo, uma parede clara." width="1328" height="330" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Núcleo de Direitos Humanos da Universidade Federal de Goiás (NDH/UFG) participou, entre 23 e 25 de fevereiro, de ações promovidas por uma missão oficial do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) em Goiânia. A força-tarefa veio à capital para investigar o crescimento do extremismo, do discurso de ódio e da atuação de células neonazistas no estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A visita a Goiás integra um projeto nacional iniciado em 2024, que já mapeou cenários semelhantes em Santa Catarina e no Rio de Janeiro. A comitiva, liderada pela presidente do CNDH, Ivana Leal, e pelo relator especial Carlos Nicodemos, dialogou com autoridades e a sociedade civil para entender as particularidades da região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a agenda oficial, o NDH/UFG esteve presente nas principais discussões e foi representado pela pesquisadora e coordenadora administrativa do Núcleo &lt;strong&gt;Bruna Junqueira&lt;/strong&gt; e pelo assessor especial &lt;strong&gt;Pedro Ferreira&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Debates e constatações locais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na terça-feira (24), no seminário acadêmico realizado na PUC Goiás, especialistas alertaram que o discurso de ódio no estado apresenta características específicas, com forte presença de misoginia, LGBTfobia e intolerância religiosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pesquisadores destacaram que esse ódio tem sido instrumentalizado como projeto político nas redes sociais. Para combater o problema, apontaram a necessidade urgente de uma rede de apoio integrada, unindo universidades, sistema de Justiça, polícias e sociedade civil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Denúncias e próximos passos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A missão foi encerrada na quarta-feira (25) com uma audiência pública na Câmara Municipal de Goiânia que teve como objetivo ouvir relatos e denúncias da população e de movimentos sociais. O evento teve apoio de órgãos locais de direitos humanos, como o CEDHIRCOP e a Ouvidoria da Câmara.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados colhidos em Goiás vão embasar o Relatório Nacional de Enfrentamento ao Discurso de Ódio, Extremismo e Neonazismo. O documento final apresentará um diagnóstico do estado e vai propor políticas públicas de proteção aos direitos humanos para os governos estadual e federal.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:27:58 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/missao-cndh-goiania-participacao-ndh</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Grupo de Estudos em Direitos Humanos está com inscrições abertas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner Notícia Grupo de Estudos- x3" title="Banner Notícia Grupo de Estudos- x3" src="http://direitoshumanos.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1377/o/Banner_Not%C3%ADcia_Grupo_de_Estudos-_x3.png?1772129361" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Os encontros serão quinzenais e virtuais, às terças-feiras, das 19 às 21h, com início em 10/03&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Grupo de Estudos em Direitos Humanos (GEDH) - O Caleidoscópio dos Direitos Humanos, liderado pelo professor João da Cruz (FD/UFG), está com inscrições abertas a todas as pessoas interessadas em refletir sobre as principais temáticas e problemas relativos ao campo de estudo interdisciplinar em Direitos Humanos na atualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2026, o GEDH adotará uma metodologia diferente das edições anteriores. A cada encontro e a partir de um texto base introdutório, haverá exposição da temática e problemática em questão e a abertura para o diálogo dos participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os encontros serão quinzenais e virtuais, sempre às terças-feiras, às terças-feiras, das 19 às 21 hs. O início das atividades está previsto para o dia 10/03 e as inscrições podem ser feitas por meio do formulário disponível &lt;a href="https://forms.gle/1UG8HvsSS7cnZV527"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;SERVIÇO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Grupo de Estudos em Direitos Humanos 2026 - O caleidoscópio dos Direitos Humanos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Início:&lt;strong&gt; 10/03/2026&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Data e horário: &lt;strong&gt;sempre às terças-feiras, das 19h às 21h.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inscrições: &lt;a href="https://forms.gle/1UG8HvsSS7cnZV527"&gt;https://forms.gle/1UG8HvsSS7cnZV527&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontros Virtuais: &lt;a href="https://meet.google.com/ikz-gcyb-uif"&gt;https://meet.google.com/ikz-gcyb-uif&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:17:19 -0300</pubDate>
      <link>https://direitoshumanos.ufg.br/n/grupo-de-estudos-em-direitos-humanos-esta-com-inscricoes-abertas</link>
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