google-site-verification=VhY74UtEl1lD-1ctNyoFVePx6PqetJ3bzzSSqiXId1I II Colóquio Internacional Interdisciplinar “O Cerrado Como Ele É: Povos Indígenas em Perspectiva” | Direitos Humanos UFG
#ParaTodosVerem: Cartaz de divulgação de evento acadêmico com fundo branco e detalhes em verde escuro, dourado e tons de aquarela. À esquerda, um gráfico circular verde e dourado envolve o desenho de chuveirinhos-do-Cerrado e um símbolo de folhas. No centro, uma ilustração em aquarela mostra uma mulher indígena com pintura facial e cocar, ao lado de uma seriema. No topo, dentro de um banner verde, lê-se "COLÓQUIO INTERNACIONAL / INTERNATIONAL COLOQUIUN". Abaixo, em destaque dourado e cinza, está o título "NO CORAÇÃO DO BRASIL", seguido de "O CERRADO COMO ELE É:" e "Povos Indígenas em Perspectiva". A base do cartaz tem um banner verde escuro com os logotipos das instituições organizadoras e apoiadoras, divididos em seções "REALIZAÇÃO", "PARCEIROS" e "APOIO", incluindo UEG, UFG, FAPEG e CAPES.

II Colóquio Internacional Interdisciplinar “O Cerrado Como Ele É: Povos Indígenas em Perspectiva”

Evento

https://coloquiointernacional.org/

: Faculdade de Letras, Câmpus Samambaia, em Goiânia

: 31 de Agosto 2026 - 11h às 11h

: contato@coloquiointernacional.org

O II Colóquio Internacional Interdisciplinar “O Cerrado Como Ele É: Povos Indígenas em Perspectiva” promove, no dia 31 de agosto, a mesa-redonda “Povos Indígenas e Ditadura Militar”, que contará com a presença de Carlos Eduardo da Silva Colins, doutorando do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Direitos Humanos (PPIDH/UFG), e da Dra. Eunice Pirkodi Caetano Moraes Tapuia. A atividade será realizada das 9h às 12h, no Cine UFG, localizado na Faculdade de Letras, Câmpus Samambaia, em Goiânia, e integra a programação científica e cultural do evento.

O Colóquio reúne docentes e discentes de graduação e pós-graduação de diferentes instituições nacionais e internacionais, entre elas a Universidade Federal de Goiás (UFG), a Universidade Estadual de Goiás (UEG) e a Universidade de Salamanca (USAL). A programação inclui atividades interinstitucionais e passa por importantes cidades goianas, como Goiânia, Anápolis, Pirenópolis e Cidade de Goiás, promovendo discussões sobre os povos indígenas a partir de diferentes áreas do conhecimento.