Episódio 5.3 - Linaldo Luiz de Oliveira | Direitos Humanos UFG

Episódio 5.3 - Linaldo Luiz de Oliveira

#ParaTodosVerem: Banner digital em tons de bege e laranja. À esquerda da imagem, está o título em destaque: "Tecnologias assistivas: Autismo". No canto superior esquerdo e ocupando grande parte da lateral direita, constam os elementos da identidade visual: um círculo laranja com um triângulo branco no centro (ícone de play) ao lado de uma barra vertical inclinada. Na base do banner, estão os logotipos dos realizadores e parceiros: UFG (Universidade Federal de Goiás), Ministério da Educação e Governo Federal.
Sinopse
Neste episódio, Lucimar Menezes conversa com Linaldo Luiz de Oliveira sobre um projeto inovador que une iniciação científica e inclusão de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Criada em 2023 após uma feira de ciências motivada por um aluno autista, a iniciativa expandiu-se por Mogeiro e Itabaiana (PB), desenvolvendo ferramentas didáticas e tecnológicas que auxiliam professores na criação de aulas inclusivas. Com o apoio do programa Ciência na Veia e do IFPB, a ação fortalece a participação de alunos atípicos no ensino fundamental e médio, transformando dados matemáticos em soluções práticas que garantem o direito à aprendizagem e o acolhimento da diversidade no ambiente escolar.

Entrevistado
#ParaTodosVerem: Fotografia colorida em plano médio de um homem pardo, de cabelos pretos curtos e cacheados, sorrindo com os braços cruzados. Ele usa óculos de grau com armação escura, um colar de cordão preto com um pingente pequeno e veste um blusão de moletom com capuz nas cores branco, marrom e detalhes em azul-marinho nos punhos. O fundo da foto é branco. A imagem está inserida em um recorte circular com borda laranja. À direita, há uma barra grossa e inclinada também na cor laranja. O conjunto visual segue a identidade visual do projeto.
LINALDO LUIZ DE OLIVEIRA
Mulher negra, trans e a primeira a ocupar o cargo de diretora em uma escola pública no Brasil. Guiada pelo pensamento de Conceição Evaristo de que "não basta ser a primeira, é preciso abrir caminhos", ela acumula 37 anos de dedicação ao ensino público. Pedagoga com diversas especializações — incluindo Gestão Educacional pela Unicamp e Acessibilidade e Inclusão pela Unise —, atua como diretora escolar desde 1998, estando há 22 anos à frente da EE Santa Rosa de Lima. É também professora aposentada pela Prefeitura de São Paulo. Além de sua vasta trajetória na educação, é uma ativista independente dos direitos LGBTQIAPN+. Como marco de sua luta, liderou a mobilização que garantiu a inclusão do nome social para estudantes trans e travestis nas listas de chamada e diários de classe da rede estadual paulista.

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