Escola na Real!

Sinopse
Tratar de maneira simples, direta e atrativa as questões relativas ao respeito e ao convívio com a diferença no cotidiano da escola, este é o mote do podcast Escola Na Real!. A cada episódio, Lucimar Menezes e Nara Bueno recebem pessoas convidadas para uma conversa franca e descontraída sobre problemas relacionados aos Direitos Humanos vivenciados no ambiente escolar e práticas pedagógicas exitosas na promoção da diversidade, da cidadania e do reconhecimento do outro no dia a dia da escola.
O Escola Na Real! é uma promoção do Ministério da Educação (MEC) do Governo Federal, por meio da Coordenação-Geral de Políticas Educacionais em Direitos Humanos (CGDH) da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI). Uma realização do Núcleo de Direitos Humanos da Universidade Federal de Goiás (NDH/UFG). Com execução da Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE) e Fundação Rádio e Televisão Educativa e Cultural. E com apoio da TV UFG, Laboratório de Luz e Cena (Laluce) e Laboratório de Tradução Audiovisual Acessível (LabTavi).

A Escola na Real!
A primeira temporada do podcast Escola Na Real! conta com 54 episódios divididos em 8 séries. Cada série tem um grande tema de Direitos Humanos como condutor e é composta por um conjunto de episódios que tratam de maneira específica de temáticas relacionadas ao tema da série, ou apresentam experiências pedagógicas exitosas no enfrentamento das questões levantadas na série.
Todos os episódios possuem uma versão sonora (podcast) e outra audiovisual (videocast), disponibilizadas nos canais e perfis @direitoshumanosufg no Youtube e Spotify, e que também podem ser conferidas abaixo. A versão videocast conta também com recursos de acessibilidade comunicacional: audiodescrição; legendas para surdos e ensurdecidos (LSE); e interpretação para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Os episódios com estudiosos(as) e especialistas contarão com Nara Bueno como entrevistadora e os episódios com os relatos de experiências com Lucimar Menezes como entrevistador. E em todos as edições, o ator Iuri Vaz apresenta e contextualiza o assunto abordado no episódio.



Este projeto tem como pilar a discussão de estratégias para consolidar uma educação pública focada nos Direitos Humanos e na promoção da cidadania para todas e todos as brasileiras e brasileiros. É essencial que essa discussão parta das realidades vivenciadas pelas pessoas que integram a comunidade escolar. Por isso, nesta série de abertura, convidamos pesquisadoras/es e especialistas para traçar o cenário geral que define e molda as práticas educativas que serão analisadas ao longo da temporada.
Para construir uma sociedade que respeite a diversidade, é preciso expandir a consciência sobre os conflitos e disputas sociais e, assim, inventar estratégias para superá-los. Isso implica criar e consolidar espaços de participação que sejam, de fato, democráticos e inclusivos. Portanto, o papel da educação emancipadora e promotora de cidadania é fundamental neste processo de luta e construção social. Nesta série, vamos apresentar exemplos práticos que buscaram respostas a esses desafios.
Vivemos em uma sociedade marcada por profundas desigualdades: ela é racista, machista, misógina, capacitista e individualista, dentro de uma lógica pautada na competição e na meritocracia. A escola, como um microuniverso social, inevitavelmente reflete esses valores. Uma educação emancipadora, baseada nos Direitos Humanos, tem a missão de questionar e transformar as práticas que reforçam tais crenças e condutas, abrindo caminhos para a construção de uma sociedade mais justa, solidária e equitativa. Este é o foco desta série.
Eliane Maio - UEM - Maringá/PR
A diversidade do Brasil é sempre celebrada como prova de uma sociedade pacífica e justa. Apesar de seus inúmeros aspectos positivos, a experiência vivenciada pela maioria da população é atravessada por violências, discriminação e opressão.
Somos diversos, mas a história mostra que o reconhecimento de direitos para cada grupo dessa diversidade, além de ser fruto de muitas lutas, é muito desigual, assim como são desiguais o acesso às oportunidades. Ainda estamos distantes de uma sociedade verdadeiramente democrática, em que a cidadania seja garantida a todas as pessoas, independentemente de origem, cor, etnia, religião, sexualidade, gênero ou classe social. Essa série se propõe a trazer a riqueza da diversidade e ao mesmo tempo problematizar as desigualdades.
O impacto massivo da tecnologia nas comunicações é um desafio recente que ainda estamos aprendendo a gerir. Na escola, a tecnologia está transformando os processos de aprendizagem e a subjetividade dos alunos. Como esse fenômeno se configura? Quais problemas ele traz para o ensino formal? Que experiências pedagógicas têm sido bem-sucedidas? As tecnologias podem auxiliar na inclusão de estudantes com diversas deficiências? As metodologias ativas de aprendizagem podem promover a colaboração, a empatia e estimular o interesse de estudantes e professores? As possíveis respostas a essas questões motivaram os episódios desta série.
A crise ambiental impõe desafios crescentes não só à sobrevivência humana, mas atinge de forma mais brutal as populações historicamente marginalizadas na lógica do capital. Destruição, expropriação e morte têm marcado os territórios e os corpos de ribeirinhos, indígenas, quilombolas e camponeses. Para esses grupos, a luta pelo território é uma luta pela vida, pela cultura e pelo direito de existir. Neste contexto, a educação crítica é uma ferramenta essencial e esta série se abre a esse debate.
A escola pública brasileira sofre com a insuficiência de recursos e investimentos. Diante disso, é fundamental, não somente lutar por mais recursos públicos para a educação, mas também buscar parcerias com outros agentes sociais para superar os desafios de uma prática educativa crítica e emancipadora. Nesta série, abordaremos experiências de sucesso em que a colaboração com a sociedade civil, órgãos e instituições públicas foi determinante para a concretização do projeto.
Adriana Suru - Cidade de Goiás/GO
Os conhecimentos construídos nas instituições de ensino superior devem ser ativamente compartilhados com as redes públicas das esferas de ensino estadual e municipal. Nesta série, falaremos sobre uma via crucial para essa partilha: a extensão universitária. As parcerias de extensão têm se mostrado muito efetivas, tanto na formação continuada de professoras/es quanto na prática escolar, por meio de projetos executados em conjunto. Esta série visa apresentar as experiências bem-sucedidas que nascem desse trabalho cooperativo.
| Ficha Técnica | |
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Coordenação Geral
João da Cruz, Michael Valim, Ricardo Barbosa e Vilma Machado |
Diretor Audiovisual
Michael Valim |
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Coordenação de Pesquisa
Vilma Machado |
Assistente de Direção e Roteirista
Márcia Araújo |
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Pesquisa
Michele Franco, Vilma Machado, Nara Bueno e João Francisco Ferreira Viana |
Diretor de Fotografia
Fernando Brás |
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Assistente de pesquisa e produção
Daniele Zezuino e Natália Eduarda Borba |
Técnicos de Sistemas Audiovisuais
Carlos Cozac, João Pedro Martins e Leandro Rodrigues |
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Produção Executiva
Izabel Cunha |
Editor
Jânio Alves |
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Produtora
Amanda Dutra |
Designer Gráfico
Matheus Carol |
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Supervisora de Produção Audiovisual
Vanessa Bandeira |
Ilustrações
Marcelo Augusto |
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Gerente de Engenharia e Operações
Thiago Moreira |
Site e Páginas Web
Marco Aurélio Alves e Silva |
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Gerente de Produção de Conteúdo
Kítia Rubia |
Intérpretes para Libras
Diego Mauricio Barbosa e Sara Raquel Nascimento da Silva |
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Assessora de comunicação
Marília Almeida |
Consultora em Libras
Raylenne Sobral dos Santos de Sousa |
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Social Media
Ana Júlia Fernandes e Maria Eduarda Limongi |
Audiodescritora
Ana Carolina do Nascimento Peixoto |
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Cenografia
Viviane Cruz e Thiago Moreira |
Consultora em Audiodescrição
Tálita Serafim Azevedo |
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Legendistas
Filipe Sousa Granja Thays Teixeira Silva
Vitória Tassara |
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